Exposição temática com entrada gratuita começa hoje; almoço especial também faz parte da agenda da associação
Por Redação
O Dia Internacional da Mulher é celebrado mundialmente amanhã (8) e para marcar a data, a Coordenadoria de Educação e Cultura organizou a exposição temática “Mulher, Charme e Chapéu”, aberta ao público a partir desta sexta-feira (7) até o dia 14 de março.
O evento será uma verdadeira viagem no tempo, destacando a relação da população feminina com esse acessório icônico ao longo da história. A visitação, das 9h às 16h, de segunda a sexta-feira, acontece no saguão da Sede Social da AFPESP, localizada à rua Dr. Bettencourt Rodrigues, 155, Centro, na cidade de São Paulo.
A exposição conta com uma seleção de manequins, textos explicativos e materiais históricos que ilustram a importância do chapéu como peça de vestuário, simbolizando não apenas um item de moda, mas também um reflexo das transformações sociais e culturais que marcaram a história das mulheres. Cada peça exposta mostra como o chapéu acompanhou a mulher ao longo dos tempos, desde suas versões mais sofisticadas até as mais modernas.
Peças da exposição “Mulher, Charme e Chapéu”. Foto: Danilo Schmidt
Artur Marques, presidente da AFPESP, destaca a relevância da mostra para a valorização da mulher. “Este evento é uma forma de celebrarmos a beleza, a história e a força das mulheres ao longo do tempo. O chapéu, mais do que um simples acessório, é um símbolo da transformação. A AFPESP orgulha-se de promover esse tipo de iniciativa, que reforça o nosso compromisso com a igualdade, a cultura e a valorização da mulher”, afirma.
Já no dia 11 de março, a AFPESP promove um Almoço Especial, que será realizado no restaurante da Sede Social, das 11h às 14h. Para conferir o cardápio e valores, acesse essa página. A reserva deve ser realizada na plataforma Flex Refeição e está sujeita a lotação.
Dirigentes da AFPESP prestigiam exposição
No dia 11 de março, a partir das 10h30, a violinista Maria Eugênia da Silva Fernandes se apresentou na abertura oficial da exposição “Mulher, Charme e Chapéu”. Associada e aluna do curso de música oferecido pela Coordenadoria de Educação e Cultura, Maria Eugênia executou trechos das músicas: Edelweiss, de Rodgers e Hammerstein, composta para o filme “A noviça rebelde”; La golondrina (A andorinha), de Narciso Serradell Sevilla; A valsa da viúva alegre, de Franz Lehár; Estudo D, de Edward Elgar, e Trenzinho do caipira, de Heitor Villa-Lobos.
Violinista e associada Maria Eugênia da Silva Fernandes. Foto: Danilo Schmidt
Na ocasião, prestigiaram o evento os presidentes dos órgãos diretivos da AFPESP: Artur Marques (Diretoria Executiva), Cassio Juvenal Faria (Conselho Deliberativo) e Dalmar Cassapula (Conselho Fiscal); além da coordenadora de Educação e Cultura e ocupante da cadeira nº 1 de Artes da ALCA, Ana Maria Villela Alvarez Martinez; do chefe de Gabinete, Aclibes Burgarelli e da conselheira Maria Lucia Morrone, que representou todas as mulheres do Conselho Deliberativo.
Ana Maria convidou todos os associados para visitarem a exposição, que conta com oito painéis gráficos, exibição de diversos chapéus, sendo dois deles disponíveis para manuseio e fotos. “Nós somos uma equipe. Então, as ideias são sempre muito discutidas. Iniciamos com a pesquisa histórica, depois trouxemos os adereços de colecionadoras”, revelou a coordenadora de Educação e Cultura.
Da esquerda para a direita: Aclibes Burgarelli (chefe de Gabinete), Dalmar Cassapula (presidente do Conselho Fiscal), Regina Cassapula (esposa de Dalmar), Maria Eugênia da Silva Fernandes (violinista), Ana Maria Villela Alvarez Martinez (coordenadora de Educação e Cultura), Artur Marques (presidente da Diretoria Executiva), Cassio Juvenal Faria (presidente do Conselho Deliberativo) Foto: Danilo Schmidt
O presidente da AFPESP, que é desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, falou sobre a simbologia do papel da mulher nas áreas jurídicas: “Até o advento do Estatuto da Mulher Casada [em 1962], a mulher era considerada relativamente incapaz. Imaginem a situação nos primórdios do século XIX. A mulher tinha a missão de cuidar dos filhos, enquanto o homem era o provedor. É uma visão ultrapassada. As mulheres ocupam um papel preponderante na sociedade, em todas as atividades. Se a civilização avançou, deve-se muito ao desempenho, luta e resistência das mulheres”, finalizou Artur Marques.